Sobre

Anette tillo #diferente.

Nasci em Estocolmo, cresci entre Portugal e França, e sempre vivi rodeada de animais — os meus primeiros amigos invisíveis. A minha primeira paixão foi a medicina, depois a moda e a decoração, mas foram os meus filhos que me trouxeram de volta ao caminho que sempre foi meu: a magia.

Sou uma defensora da diferença como qualidade.

Acredito profundamente que é possível ser neurodivergente e viver uma vida plena, criativa e feliz.

Foi essa certeza que me levou a escrever o livro “Falar não é preciso”, a criar o movimento “O Poder da Diferença” durante a pandemia — e, mais tarde, a exposição “Espelho, espelho meu, que diferença tenho eu?”, inspirada no universo da Alice no País das Maravilhas, com obras de artistas neurodivergentes, incluindo um tecido criado a partir de uma das obras.

Escrevi o guião para o documentário “3×21”, da Filmes Liberdade, sobre o que significa ter trissomia 21 na escola — lancei alguns programas em escolas como “Agenda Feedback” ou “Matemática na Cozinha”.

Estudei estimulação precoce, ALPAF, PECS e outras metodologias que me ajudaram a compreender melhor diferentes formas de comunicação e aprendizagem.

Falar não é preciso

 A nossa primeira língua será a energia?
Esta é a história que me contou, sem usar palavras, um jovem não verbal do espectro do autismo durante o tempo que passámos juntos.
Uma história na primeira pessoa, que nos envolve numa nova perspectiva de comunicação.
Magia, brincadeira, animais, muita alegria e alguns momentos mais desafiantes que ele explica à sua maneira.